A Assembleia Popular de Coimbra (APC) é uma estrutura de deliberação colectiva aberta à participação de toda a comunidade cujos participantes mais activos são na sua maioria activistas inspirados pelos movimentos sociais que sucederam a primavera árabe, sobretudo o 15M espanhol mais conhecido como movimento dos indignados. Em torno da APC têm-se organizado acções diversas com cariz apartidário, laico e pacífico, visando a recuperação do sentido de comunidade através da ocupação dos espaços públicos. Acreditamos que da luta pelo "público" e pelo "comum" poderão ser lançadas as sementes para uma nova democracia. Uma democracia inclusiva, onde os valores da autodeterminação (ou autonomia), da igualdade e da liberdade sejam as linhas condutoras da construção duma sociedade para todas e para todos. O processo de decisão usado na APC é o consenso e não o voto porque não se pretende que a APC tenha unicamente uma função legitimadora de projectos individuais ou de grupos com interesses específicos mas sobretudo que proporcione condições para o desenvolvimento de trabalho colectivo assente nos valores da solidariedade e do respeito.

Mostrar mensagens com a etiqueta Conversas e Debates. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Conversas e Debates. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

2º Encontro Nacional de Assembleias Populares | 2 e 3 de Fevereiro

A Europa e o mundo explodem em manifestações em resposta às políticas neo-liberais que são impostas pela Troika, pelos governos nacionais e pelas instituições internacionais que controlam a economia. Estas políticas arrastam uma parte cada vez maior da população para a miséria e a pobreza extrema. Os movimentos sociais e a população em geral mobilizam-se em Portugal e no Mundo, mantendo-se em estado de alerta, com o objectivo de substituir as políticas que impõem desemprego, cortes salariais, sobrecarga fiscal, asfixia económica, diminuição das pensões e prestações sociais, destruição da saúde, da educação, da cultura, etc.
Neste momento, mais do que nunca, é fundamental apostar na organização permanente das pessoas, não apenas para resistir, mas também para mudar a situação do país e da Europa, para construir alternativas e colocá-las em prática. Caso não haja organização na base, a energia das manifestações de rua perde-se no desencanto e na apatia. Só as populações organizadas podem decidir o seu destino. As assembleias populares podem ser uma dessas formas da população se organizar.

Nesse sentido, Coimbra vai acolher nos dias 2 e 3 de Fevereiro um Encontro Nacional de Assembleias Populares. Este encontro vai contar com elementos de assembleias e colectivos assembleários de vários pontos do país. Presentes estarão também vários companheiros do estado espanhol que relatarão as suas experiências. Durante este Encontro irá gerar-se um debate abrangente sobre os problemas e desafios que as assembleias populares enfrentaram neste último ano de trabalho, sobre a sua importância na auto-organização das populações, sobre as suas iniciativas e projectos futuros, bem como sobre as possibilidades de articulação entre si.


PROGRAMA:

Sábado, 2.Fev
> 12h00 - recepção junto à Sé Velha
> 13h00 - almoço
> 14h00-20H00 - ENCONTRO (ateneu de coimbra)
> 20H30 - jantar
> 22h00 - conversa/debate "ocupações e espaços comunitários" (ateneu de coimbra)

Domingo, 3.Fev
> 10h00-13h00 - ENCONTRO (salão brazil)
> 13h30 - almoço
> 15h00-18h00 - oficina "media activism" (salão brazil)
 
inscrições e pedidos de informação: acampadacoimbrablog@gmail.com
 
 


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Conversa com Yorgos Mitralias "Portugal e Grécia - Situação e Semelhanças"

Yorgos Mitralias, de nacionalidade grega, é activista há 44 anos (desde Maio de 68), tendo trabalhado como jornalista no "Courrier Financier" em Atenas e na televisão pública grega (ERT). É membro fundador do Comité Grego contra a Dívida (organização afiliada no Comité pela Anulação da Dívida do Terceiro Mundo), da Campanha para uma Auditoria da Dívida Pública Grega, e da Coligação de Esquerda Radical (SYRIZA). Nos últimos 15 anos, trabalhou de forma activa no movimento Marchas Europeias e no movimento alter-mundialista (Fóruns Sociais Grego e Europeu).
Entre 1 e 6 de Junho, estará em Portugal e vai participar numa série de debates que vão acontecer em Lisboa, no Barreiro, no Porto e, claro, também em Coimbra!
O debate em Coimbra realiza-se no dia 2 de Junho, a partir das 16h, no Teatro da Cerca de São Bernardo (junto ao Pátio da Inquisição), e conta também com a presença de Vitor Lima, economista e activista, membro da PAGAN - organização anti-nato e anti-militarista.

Plano do debate:
"Grécia e Portugal
- Situação e semelhanças
- A dívida na Europa; causas e consequências.
- Financeirização, neoliberalismo, capitalismo
- A dívida, instrumento estrutural de canibalização do povos.
- Ideias para inverter a marcha do empobrecimento colectivo."



Outras Sessões em Portugal:
* Dia 1 de Junho - Sessão em Lisboa
* Dia 3 de Junho - Sessão no Porto
* Dia 4 de Junho - Sessão no Barreiro
* Dia 5 de Junho - Sessão em Lisboa

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Actividades da ASSEMBLEIA POPULAR DE COIMBRA durante o mês de Abril

dia 10 (terça-feira)
> Assembleia Popular
às 19h30m, na Praça 8 de Maio
http://www.facebook.com/events/129589353832498/

dia 14 (sábado)
> Assembleia Preparatória da Primavera Global - 12 de Maio
das 15h00 às 18h00, no Salão Brazil
http://www.facebook.com/events/399049456772231/

dia 15 (domingo)
> Assembleia Popular
das 15h00 às 18h00, no largo dos olivais (junto ao café santo antónio)

dia 16 (segunda-feira)
> debate: O SNS - presente, futuro e alternativas
às 21h00, no Teatro da Cerca de São Bernardo
http://www.facebook.com/events/381451011889400/

dia 17 (terça-feira)
> Assembleia Popular
às 19h30m, na Praça 8 de Maio

dia 22 (domingo)
> Assembleia Popular
das 15h00 às 18h00, bairro norton de matos (junto ao café samambaia)

dia 24 (terça-feira)
> Assembleia Popular
às 19h30m, na Praça 8 de Maio

dia 25 (quarta-feira)
> Actividades de Rua
(mais informações em breve)

dia 28 (sábado)
> 3ª Assembleia Preparatória da Primavera Global - 12 de Maio
(hora e local por definir)
website internacional: http://www.may12.net/

dia 29 (domingo)
> Assembleia Popular
das 15h00 às 18h00, santa clara (miradouro do mosteiro santa clara-a-nova)


acampadacoimbrablog@gmail.com
http://www.facebook.com/acampadacoimbra
http://www.facebook.com/assembleia.popular.coimbra

domingo, 8 de abril de 2012

O SNS - presente, futuro e alternativas


debate 
O SNS - Presente, Futuro e Alternativas

16 de Abril, às 21horas 
Teatro da Cerca de São Bernardo
(junto ao pátio da inquisição)

convidados
António Arnaut - advogado
António Rodrigues - médico
Cristina Paixão - plataforma cidadã de resistência à destruição do SNS
Hernâni Caniço - médico

moderador
João Paz - enfermeiro

organização
Assembleia Popular de Coimbra




ASSEMBLEIA POPULAR DE COIMBRA
- Contra a destruição do Serviço Nacional de Saúde (SNS)

A reestruturação do SNS, com o novo pacote legislativo em vigor desde o dia 1 de Janeiro, conduzirá inevitavelmente ao seu desmantelamento. O governo assume que pretende o financiamento do serviço através do esforço acrescido dos seus utentes, por via, não dos impostos e contribuições que pagam, mas através do aumento do valor e número de taxas moderadoras, restrição do número de utentes isentos do seu pagamento, diminuição da parcela do OE para a saúde, decréscimo da quantidade e qualidade de serviços oferecidos; quebrando assim um principio de solidariedade, de todos, para com o cidadão desfavorecido, o doente. A actual legislação limitará, pelo esforço económico que representa para milhares de famílias já economicamente fragilizadas, um claro impedimento das mesmas no acesso aos cuidados de saúde e um retrocesso na defesa e melhoria da Saúde Mental, ao não abranger gratuitamente e efectivamente toda a população do país. 

Neste contexto é importante sublinhar que o Artigo 64.º da Constituição da República Portuguesa estabelece que:
1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.
2. O direito à protecção da saúde é realizado:
a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito;
b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.
3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:
a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação;
b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde;
c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;

A violação do espírito constitucional, a intenção da imposição de alteração à Constituição da República Portuguesa, bem como a negação da definição positiva de saúde da Organização Mundial de Saúde, que inclui factores como a alimentação, a actividade física e o acesso ao sistema de saúde, é visível quando ficámos a saber que de acordo com a nova legislação:
1) os centros de saúde diminuirão o seu horário de funcionamento (encerrando mais cedo e aos fins-de-semana).
2) Que apenas ficarão isentos do pagamento de taxas moderadoras famílias com orçamentos iguais ou inferiores a 628€, independentemente no número de dependentes do agregado familiar e mediante preenchimento prévio de um requerimento, com comprovação de rendimentos, a renovar anualmente; o que obrigará ao seu pagamento grande parte de reformados, estudantes, trabalhadores precários, desempregados, sem-abrigo e a esmagadora maioria de portugueses.
3) Que serão excluídos da referida isenção doentes crónicos, como os doentes oncológicos, com grau de incapacidade inferior a 60% (de acordo com as novas restrições para avaliação do grau de invalidez, estaremos a falar de praticamente todos os doentes oncológicos).
4) Que o actual governo preconiza ainda o pagamento de taxas moderadoras “pelo envio de um email ou de um telefonema ao médico de família”, considerando ambos como actos médicos prestados, mesmo sem a presença física do utente.
5) Que a "racionalização" dos transportes de doentes afasta muitos utentes da prestação dos cuidados de saúde, além de que o concurso com empresas privadas conduz à ruina as associações de bombeiros voluntários; um dos poucos exemplos de sucesso da comunidade para a comunidade.
De salientar, ainda, o facto do ministro Paulo Macedo ter já anunciado um novo aumento das referidas taxas para os anos de 2012 e 2013.

O cenário previsível para os próximos anos, se nada for feito que impeça o avanço de tais medidas, empurrará os mais favorecidos para o sector privado e para o negócio dos seguros de saúde, deixando morrer, à porta dos hospitais públicos, os que não possuírem condições financeiras para suportar os custos que lhe são agora impostos. Acrescente-se a isto o facto de assistirmos a uma crescente pauperização e precarização salarial da classe média, bem como o facto das seguradoras não cobrirem terapias demasiado dispendiosas (como a quimioterapia) ou demasiado prolongadas e de submeterem a rigorosos exames médicos os segurados, como condição prévia de aceitação (rejeitando, naturalmente, os já doentes).

O governo estima um encaixe financeiro na ordem de vários milhões de euros com estas medidas, à custa dos que menos podem pagar, mas nunca é demais lembrar que permite, aceita e até encoraja a fuga de capitais ou a sediação de empresas em off-shores, numa clara prática de evasão fiscal legalizada.

É necessário recordar ainda que o direito de resistência e desobediência civil está previsto no art.º 21 da Constituição da República: "Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública."

A luta pela democratização dos serviços de saúde, representou e representa uma vitória significativa da humanidade.

É urgente a consciencialização de todos os utentes, profissionais de saúde, professores e estudantes desta área, enfim, de todos que se solidarizem com a defesa de direitos fundamentais do ser humano, assim como uma tomada de posição ética e solidária. Apelamos pois ao debate, à expressão da indignação, à resistência à injustiça, às formas de protesto criativas e esclarecedoras, que são, além de um direito, uma responsabilidade.

PELA SAÚDE DE TODOS NÓS!

domingo, 25 de março de 2012

[Greve Geral] Actividades na Praça 8 de Maio - Um dia em Fotos

Assim foi o dia da Greve Geral, na Praça 8 de Maio. Debate, declamação de poemas, música, expressão livre, partilha e muito mais! Aqui estão algumas fotos:

Pouco depois do fim da concentração da CGTP, a ocupação da Praça 8 de Maio começou assim.


Almoço Partilhado


Performance Musical de Old Trees





Debate "Trabalho, (Des)Emprego e Precariedade"




Declamação expressiva de poesia


Expressão livre! Durante todo o dia, toda a gente pôde escrever (e falar) livremente!


Ao final da tarde, alguns estudantes da Universidade de Coimbra, que estiveram em protesto desde manhã, juntaram-se na Praça 8 de Maio.


Às 19h realizou-se uma Assembleia Popular.


À noite, Solidariedade com os Detidos e as Vítimas de Violência Policial em Lisboa e no Porto.


Alguns cartazes:






"Se não puder dançar, esta não é a minha revolução" Emma Goldman

segunda-feira, 19 de março de 2012

A APC ocupa a Praça 8 de Maio no dia da Greve Geral!

Sê activo também na Greve Geral antes que parem os teus Direitos!

A democracia (demos [povo] + cratos [governo]) só é possível se todxs nós tivermos uma participação activa e crítica na vida da comunidade em que nos inserimos. Esta participação é crucial num dia de Greve Geral, se queremos realmente fazer ouvir a nossa voz!
Por isso, no dia 22 de Março, a Assembleia Popular de Coimbra vai ocupar a Praça 8 de Maio e promover diversas actividades durante todo o dia. Pretendemos com isto criar espaços de encontro, partilha, reflexão, debate e expressão livres e apelamos à participação de todxs – dxs trabalhadorxs aos estudantxs, dxs desempregadxs aos aposentadxs e reformadxs!

13h - Almoço Partilhado
e Animação Musical com Old Trees (https://www.facebook.com/OldxTreesx)
15h - Debate "Trabalho, (Des)Emprego e Precariedade"
19h - Assembleia Popular
21h - Jantar Comunitário
Vigília Nocturna

PARAMOS PARA MUDAR!
Lemos, vemos e ouvimos, não podemos ignorar a greve geral! Reflecte connosco e participa! Contribui para a construção de uma democracia verdadeira, justa e transparente. Por um mundo diferente – justo, solidário e livre!

Durante todo o dia, entre as várias actividades, será disponibilizado um megafone a todas as pessoas que quiserem exprimir as suas ideias na praça pública, o espaço primordial da democracia.
Não faltes! Faz ouvir a tua VOZ!



Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/134043763391532

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

#10D - Dia mundial dos Direitos Humanos - Acções em Coimbra

A Acampada Coimbra decidiu aderir à convocatória para um Dia de Acção Alternativa no Dia Mundial dos Direitos Humanos, 10 de Dezembro de 2011 (Sábado). Mais de 50 cidades, espalhadas por mais de 20 países nos vários continentes, juntaram-se a esta iniciativa.
(A convocatória pode ser lida em 30 línguas em http://dec10.takethesquare.net)


A Acampada Coimbra, neste dia, organizará duas actividades:

DEBATE: Um Olhar Crítico Sobre os Direitos Humanos
Teatro da Cerca de São Bernardo (junto ao pátio da inquisição) - 15h00 > 18h00
Projecção de documentário, seguido de debate com:
Bruno Kalon Gonçalves (mediador para as comunidades ciganas)
José Manuel Pureza (professor ces/feuc)
Raúl Llasag (doutorando ces/feuc)
Jonas Van Vossole (doutorando ces/feuc)

FESTA
cafetaria do museu de ciência (bar do chimico) - 23h > 2h00
animação com DJ SelektaD (Reggae, hip-hop, samba)
ENTRADA LIVRE; SEM CONSUMO OBRIGATÓRIO


Texto para estas acções, aprovado por consenso na Assembleia Popular de 4 de Dezembro

Um olhar crítico sobre os Direitos Humanos
No dia 10 de Dezembro, celebra-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Se estas comemorações já pareciam destoar da realidade vivida por uma grande parte de Humanidade em anos anteriores, agora, imerso que está o Mundo numa profunda crise, que reitera a miséria de milhões e simultaneamente arrasta muitas outras pessoas para o desemprego, a fome e a precariedade, há ainda maior necessidade de olhar para os Direitos Humanos consagrados de uma perspectiva crítica.
O capitalismo, como sistema de organização económica, assenta na exploração do trabalho de muitos, para que uma ínfima minoria enriqueça. Mesmo nos estados onde há décadas imperam regimes ditos democráticos, muitos dos direitos consagrados na Declaração Universal, e também nas suas Constituições, não passam de letra morta, ou de algo que fica bem lembrar em dias de festa, ou de campanha eleitoral.
Nunca o direito ao trabalho foi atingido por toda a população activa de um estado capitalista, quanto mais o direito ao trabalho digno e com direitos. Nunca o direito à habitação foi garantido: a bolha de especulação em torno do imobiliário levou a construções em escala faraónica; a sua implosão deixou milhões de casas vazias, enquanto são expulsas famílias que não conseguem pagar as suas hipotecas aos bancos.
Os direitos humanos deveriam garantir o respeito à pessoa, independentemente do seu género, nacionalidade, cor de pele, orientação sexual ou idade. No entanto, mesmo nos países ditos desenvolvidos, as opressões são aprofundadas, em grande medida para dividir todos aqueles que poderiam, caso estivessem unidos, afrontar este sistema e derrotá-lo, construindo em alternativa uma outra sociedade, essa sim, verdadeiramente justa e democrática.
---

Para além das actividades organizadas pela Acampada Coimbra, outros grupos estão a organizar iniciativas neste dia:

Os Direitos Humanos não são um Jogo – Domino de arte Participativa
às 15h na Praça da República
Organização: Hemisférios Solidários
https://www.facebook.com/hemisferios.solidarios

Debate: Violência contra as mulheres e direitos humanos das mulheres
também no Teatro da Cerca São Bernardo, às 18h
Organização: Núcleo de Coimbra da UMAR e República das Marias do Loureiro

5 Curtas  + Tertúlia + Dinâmica teatral (17h00)
Festa Fora do Armário (a partir das 23h30)
no Pop Fresh
Organização: PATH (Plataforma Anti Homofobia e Transfobia) e Secção de Defesa dos Direitos Humanos / AAC

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

domingo, 23 de outubro de 2011

Calendário de Acções + Cartazes da próxima Assembleia


24 de Outubro (segunda-feira)
22h – Reunião ABERTA do Grupo de Trabalho de Informação/Comunicação/Divulgação. Local: café Tropical


25 de Outubro (terça-feira)
14h – Solidariedade e apoio à concentração das funcionárias das cantinas escolares, que se realizará à frente da DREC (junto do Dolce Vita)
17h – Reunião ABERTA do Grupo de Trabalho de Logística/Planeamento (pessoas precisam-se!!!). Local: café do TAGV - http://www.facebook.com/event.php?eid=172285246193117
22h – Reunião ABERTA do Grupo de Trabalho de Informação/Comunicação/Divulgação. Local: café Tropical

29 de Outubro (sábado)
17h – Assembleia Popular na Praça 8 de Maio (caso esteja a chover, deslocar-nos-emos até à Loja do Cidadão) - http://www.facebook.com/event.php?eid=236676699722397


1 de Novembro (terça-feira)
Participação no Cortejo da Latada

2 de Novembro (quarta-feira)
21h30 - Debate: “Do Pleno Emprego à Precariedade Laboral”, no Ateneu de Coimbra - http://www.facebook.com/event.php?eid=207778012628947

3 de Novembro (quinta-feira)
Dia de Luta contra a aprovação do Orçamento de Estado

11 de Novembro (sexta-feira)
Magusto na estação (desactivada) de Coimbra-parque

24 de Novembro (quinta-feira)
Greve Geral





domingo, 31 de julho de 2011

Comunicado de Imprensa da #acampadacoimbra (31 de Julho)


Cumprimentos,


A #acampadacoimbra vem informar que realizará a próxima Assembleia Popular no dia 11 de Setembro (Domingo), pelas 16:00 na Praça 8 de Maio.

Estão previstos para a segunda quinzena de Setembro dois debates, um sobre a privatização das Águas (e outras privatizações) e outro sobre Democracia (o que é, sob que formas existe e pode existir, etc...), possivelmente precedidos da exibição de documentários relacionados com esses temas.


Anunciamos desde já a adesão, através de uma acção local de mobilização e protesto, à mobilização internacional marcada para o próximo dia 15 de Outubro (ver: http://www.facebook.com/event.php?eid=249043168441719 , https://www.facebook.com/event.php?eid=113736602047697 , http://www.facebook.com/event.php?eid=217223788318602).


Manifestamos ainda todo o nosso apoio e solidariedade com o ES.COL.A do Alto da Fontinha (http://escoladafontinha.blogspot.com/) e a Horta Comunitária da Damaia (http://www.facebook.com/groups/hortacomuintariadamaia), que resistem apesar das acções tentadas e consumadas  por parte dos poderes locais de encerramento/inutilização dos espaços ocupados (sendo que o ES.COL.A chegou recentemente a um acordo com a Câmara Municipal do Porto).

Agradecemos a divulgação.

terça-feira, 28 de junho de 2011

novos materiais de divulgação para debate e próxima assembleia popular

panfleto para tirar cópias A4 frente e verso

cartaz A4



4º Comunicado de imprensa da #acampadacoimbra

4º Comunicado de imprensa da #acampadacoimbra
Coimbra, 27 de Junho de 2011


Na continuação das actividades que a #acampadacoimbra – Assembleia Popular tem desenvolvido na cidade de Coimbra, vimos informar da realização de um debate “O que é o Pacto do Euro”, no próximo dia 5 de Julho, terça-feira, pelas 21.00 horas, no Teatro da Cerca de S. Bernado (junto ao pátio da inquisição). Para o debate foram convidados e aceitaram participar: José Reis (ces/feuc), João Rodrigues (ces/feuc) e José Castro Caldas (ces/feuc).

Em reunião realizada no dia de hoje, foi deliberado que a próxima Assembleia Popular tivesse lugar no próximo sábado, dia 2 de Julho, pelas 18.00 horas, no Parque Verde da cidade de Coimbra. A anteceder a realização da assembleia será realizado um pic-nic para o qual a população de Coimbra está desde já convidada para trazer farnel e a partilhar comida e ideias para a discussão que se seguirá.

Agradecemos a divulgação.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

cartaz e panfleto para divulgação do debate "O que é o Pacto do Euro"

panfleto a imprimir em folha A4 frente e verso
Cartaz A4

Debate: O que é o Pacto do Euro

#acampadacoimbra
assembleia popular

DEBATE
O que é o Pacto do Euro?

com a participação de:
José Reis (ces/feuc)
João Rodrigues (ces/feuc)
José Castro Caldas (ces/feuc)

5 de Julho , 21h00
Teatro da Cerca de S. Bernardo
(junto ao Pátio da Inquisição)

Junta-te a nós!
Faz ouvir a tua voz!!!
democracia verdadeira, já!


A 27 de Junho, diversos os governos europeus, incluindo o de Portugal, vão assinar, em Bruxelas, um novo tratado socioeconómico: o chamado Pacto do Euro, através da qual os políticos da União Europeia acordam em legislar as ordens do Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu e do Banco Mundial. 

O pacto é profundamente antidemocrático, questões que não foram incluídas nos tratados da União Europeia, e referendadas nalguns países, são hoje abordadas pelas decisões do Ecofin como imposições aos governos de diferentes países, interferindo em matérias como a segurança social, os salários, a negociação colectiva, as pensões de reforma, os sistemas de saúde e educação, que deverão ser da exclusiva responsabilidade da acção dos governos nacionais e dos espaços de concertação social desenvolvidos em cada um dos países. 

A assinatura do pacto significará maiores sacrifícios para o povo com medidas de austeridade que resultem em: aumentar a idade da reforma, cortes salariais e precarização do trabalho, na eliminação de serviços e benefícios sociais, no congelamento e cortes nas pensões de reforma, cortes no sistema nacional de saúde, cortes e redução do sistema público de educação, aumento dos impostos directos e indirectos, etc .

De fora do pacto, surpreendentemente ou talvez não, ficam: a menção de intervenção nos paraísos fiscais onde as grandes fortunas fogem aos impostos; a tributação das grandes transacções financeiras internacionais; a menção a auditorias públicas e independentes da dívida pública.

A dificuldade de acesso a esta informação e a inexistência de esclarecimentos públicos sobre o Pacto do Euro é, por um lado, devido à falta de transparência política das instituições europeias e nacionais, por outro, devido ao receio da opinião dos cidadãos europeus que desde logo contestariam a assinatura de algo em seu nome e sem o seu consentimento.

Apelamos à sua participação neste debate.

Junte-se a nós! Faça ouvir a sua voz!

DEMOCRACIA VERDADEIRA, JÁ!